(…)
Lembro-me um dia, quando cheguei à vossa casa no Lumiar, de o ver a descer a escada, vestido a rigor – ia para uma cerimónia oficial qualquer (suponho que um jantar) e eu, que nunca tinha visto um oficial naqueles trajes, fiquei perplexa a olhar para o tio Té, estarrecida com tanta guarnição (não sei se é assim que se diz, desculpem a inculta sobre estas matérias) e tanto brilho dourado. Parecia que estava a ver um filme…
Um grande beijinho da”Doutora das águas”
Paula Santos
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