Não vou contar essa Patrícia, sem a Almiranta autorizar primeiro.
Mas lembro-me de uma passeata no Tejo, numa altura em que os pica chouriços estavam especialmente interessados em chatear o Alm. Andrade e Silva (acho que seria CEMA na altura). Uma lancha põe-se ao lado do Vadio e, virando-se para quem ia ao leme (a Carmo) manda-a parar o barco (vê-se que não percebem muito do assunto porque nunca se pára um barco no meio do mar!). A mulher do leme, muito destemida diz “eu só recebo ordens do meu marido” (que entretanto tinha ido lá abaixo buscar os documentos do iate).
sofia
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